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23 de abril de 2018Parceria entre CAF, PNUD e Instituto Nacional de las Mujeres da Argentina para prevenir a violência contra mulheres e meninas.
2img - Parceria entre CAF, PNUD e Instituto Nacional de las Mujeres da Argentina para prevenir a violência contra mulheres e meninas.
2img - Parceria entre CAF, PNUD e Instituto Nacional de las Mujeres da Argentina para prevenir a violência contra mulheres e meninas.

As organizações deram início formal a uma operação de cooperação técnica que visa a promover políticas e programas com o objetivo de enfrentar de maneira integral a problemática da violência de gênero.

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O CAF, o PNUD e o Instituto Nacional das Mulheres da Argentina realizaram uma reunião hoje para dar início a uma operação de cooperação técnica, cujo objetivo será desenvolver um programa modelo para prevenir, atender e reparar a violência contra mulheres e meninas por meio da sistematização das melhores práticas e do desenvolvimento de atividades de fortalecimento institucional contra a violência.

O encontro contou com a participação de Andrés Rugeles, diretor-representante do CAF na Argentina; Fabiana Túñez, diretora-executiva do Instituto Nacional de las Mujeres; René Mauricio Valdés, coordenador residente do Sistema das Nações Unidas na Argentina; e Silvia Morimoto, diretora de país do PNUD na Argentina.

Esta cooperação "é o primeiro programa do CAF de caráter regional contra a violência de gênero. Por isso, trata-se de uma operação emblemática para a organização, tanto pelo que significa para a União de Inclusão e Equidade de Gênero quanto pela sua importância para o plano de trabalho do Escritório de Representação na Argentina", comentou Rugeles.

Pelo menos 12 mulheres são assassinadas todos os dias na região pelo fato de serem mulheres. (CEPAL, 2016) Honduras, Argentina e Guatemala são os países com os níveis mais altos de feminicídios em termos absolutos. E, embora a região tenha avançado muito em termos de políticas públicas, apenas 9 de 33 países (27%) promulgaram leis integrais ou de segunda geração.

Por essas razões, a cooperação pretende alcançar progressos na promoção de políticas públicas e programas nacionais nos governos da região, a fim de enfrentar de forma integral a problemática da violência baseada no gênero, com ênfase nas mulheres e crianças que sobreviveram à violência doméstica ou sexual, promovendo sua autoestima e tornando-os atores principais da mudança social para uma vida livre de violência. Por outro lado, serão realizados trabalhos com homens e rapazes por meio de estratégias de prevenção, a fim de erradicar esse tipo de ato.

A Argentina foi o primeiro membro do CAF a incorporar de forma transversal elementos de gênero nas suas estratégias de políticas públicas, e o empoderamento das mulheres foi identificado como outra das prioridades, a fim de promover sua autonomia econômica. Neste sentido, tem-se trabalhado em várias operações de crédito para incorporar a perspectiva de gênero no negócio, tais como o “Programa de Manejo Integral de la Cuenca del Río Luján” e o “Programa para Incrementar la Competitividad del Sector Azucarero del NOA – PROICSA”.

No Peru, este projeto já foi implementado, e o Equador será o próximo país a aderir a esta iniciativa. Desta forma, o programa se torna mais um exemplo de cooperação Sul-Sul, que permitirá aproveitar sinergias para a transferência de conhecimento entre países e estabelecer um eixo integrador das políticas de igualdade na região.

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