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05 de junho de 2018II Fórum de Investimentos Regionais mostra avanços de setores produtivos do ocidente panamenho Azuero e Colón
2img - II Fórum de Investimentos Regionais mostra avanços de setores produtivos do ocidente panamenho
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O encontro, realizado no dia 5 de junho na Cidade do Panamá e organizado pelo CAF -banco de desenvolvimento da América Latina-, pelo Instituto Interamericano para a Agricultura (IICA) e pela Rede Nacional de Centros de Competitividade Regionais, reúne os principais atores que participam no desenvolvimento e na execução de estratégias dirigidas à geração de riqueza para o país, por meio de parcerias, transformação produtiva e atração de investimentos.

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Divulgar e promover as oportunidades de investimento na Região Ocidental, Azuero e Colón, dando a conhecer o potencial para o desenvolvimento agropecuário, turístico e logístico regional, e fomentar acordos de investimento são os principais objetivos do II Fórum de Investimentos Regionais para o Desenvolvimento Territorial 2018, espaço onde se encontraram instituições públicas e privadas, autoridades nacionais, empresários, entidades multilaterais e investidores da Espanha, Nicarágua, México e Costa Rica.

Durante o fórum também foram partilhadas as principais consecuções dos Centros de Competitividade Regionais, organizações que têm como metas apoiar o desenvolvimento das vantagens competitivas nas principais vocações produtivas regionais nos setores agropecuário-industrial, turístico, logístico (atividades marítimas-portuárias, aeroportuárias e rodoviárias), facilitar a promoção do investimento público e privado, por meio de um desenvolvimento sustentável e inclusivo de cada região, identificar oportunidades de investimento concretas para o país e participar ativamente na concepção de políticas públicas, planos e projetos regionais de longo prazo que transcendam as mudanças de comando governamentais.

“O CAF apoia as organizações locais em reconhecer as oportunidades de investimento, desenvolvimento e inclusão das regiões do Panamá que acompanhem o crescimento e os grandes projetos na capital do país. Para isso, promove o fortalecimento das capacidades locais, sua coesão para obter o capital social regional através de parcerias, planejamento, capacitação técnica, liderança, governança e recursos econômicos, que possibilitem alianças estratégicas estáveis e de longo prazo para um desenvolvimento produtivo e sustentável do Panamá e de suas províncias. O CAF, em conjunto com o Estado e o setor privado local, está impulsionando o desenvolvimento territorial integral, financiando investimentos públicos na região ocidental, como o Plano Mestre do Agro, a construção de várias escolas e estações de tratamento de esgotos como as de Puerto Armuelles e Changuinola, e várias estradas locais. Por meio da cooperação técnica internacional, apoiamos também os setores público e privado para encontrar diagnósticos e roteiros que permitam a visibilidade de investimentos e sua atração para a região. Fortalecemos as iniciativas de organização inteligente como os casos dos Centros de Competitividade regionais para dar sustentabilidade a esses esforços. Em apoio ao CECOM-CA, o diagnóstico e o roteiro agropecuários da região Azuero estão sendo financiados na perspectiva de que, no futuro, o Plano Mestre do Agro possa se estender a essa região. As informações que serão compartilhadas neste Fórum mostram o longo caminho traçado, o esforço e as conquistas obtidas”, afirmou Susana Pinilla, diretora representante do CAF no Panamá.

Por sua vez, Gerardo Escudero, representante do IICA no Panamá, comentou: “Esta segunda edição do fórum de competitividade e investimentos inclui os avanços de várias regiões do país que decidiram retomar o posicionamento do agro e outras atividades importantes em cada uma delas. Serão recebidas delegações internacionais que manifestaram interesse em participar dessas iniciativas em que surgem oportunidades de comércio, serviços e investimentos para produzir alimentos para os mercados internos do Panamá e do mundo. O terceiro elemento característico desse tipo de evento é o apoio que recebe de processos cuidadosos de preparação das condições para o desenvolvimento entre os setores público e privado, como uma só unidade de acompanhamento, uma modalidade inovadora para formar alianças entre entidades multilaterais técnicas e financeiras, como o IICA e o CAF, e os setores público e privado”.

O Centro de Competitividade da Região Ocidental, CECOM-RO, instituído em 2014 e acompanhado continuamente pelo CAF desde sua criação, destaca-se como pioneiro na execução de projetos. Quanto ao fortalecimento do setor agropecuário, esse centro colaborou com a concepção, a aprovação oficial e os primeiros passos para a implementação do Plano Mestre do Agro da Região Ocidental, com um investimento público e privado estimado de US$ 557 milhões em sete anos. Por outro lado, o centro contribuiu para o início da concepção do Plano Mestre do Agro da Região de Azuero, do qual participam hoje mais de 300 produtores da área. O CECOM-RO também participou da coordenação local para o desenho do Plano Integral de Mobilidade Urbana Sustentável de David (PIMUS), entre outras realizações.

“Esperamos que a Secretaria de Competitividade e Logística, como órgão técnico, encerre o Fórum com anúncios importantes que fortaleçam e incentivem as alianças público-privadas como fundamento-chave na implementação das estratégias regionais de desenvolvimento e, especialmente, de projetos prioritários que exigem continuidade com as mudanças de governo”, afirmou Felipe Ariel Rodríguez, presidente do Centro de Competitividade da Região Ocidental, CECOM-RO.

A criação e entrada em funcionamento do Centro de Competitividade de Azuero (CECOM-RA) e do Centro de Competitividade de Colón (CECOM-CO), ambos instituídos em 2017, e a formação da Rede Nacional de Centros de Competitividade, também fazem parte desse espírito de parcerias que já trouxe avanços importantes para o setor produtivo do país.

Entre os projetos em execução que serão apresentados no II Fórum de Competitividade e Investimentos Regionais, aparece a organização e lançamento em breve dos Centros de Competitividade de Veraguas e Coclé, a criação da Rede de Centros de Competitividade Regionais e sua inclusão no Conselho de Competitividade presidido pelo ministro da Presidência, com direito de voz e voto.

Outros tópicos que serão tratados durante o evento abarcam a participação da Plataforma AGRITECH de Murcia, Espanha, para explorar as oportunidades potenciais de negócios agrícolas entre a Espanha e o Panamá, os primeiros resultados de implementação do Plano Mestre do Agro, liderado pelo Ministério de Desenvolvimento Agropecuário do Panamá, a apresentação dos avanços do Hub Agroalimentar do Panamá, concebido junto com o governo da Holanda, e a incorporação da Comarca Gnäbe Buglé, com projetos de Eco-Etno Turismo e agrícolas sob a filosofia do Plano Mestre do Agro, entre outros.

Essa iniciativa conta com a participação de figuras ilustres como Enrique Carles, ministro de Desenvolvimento Agropecuário, Mario Etchelecu, ministro de Habitação; Salvador Sánchez, ministro encarregado da Presidência; Néstor González, vice-ministro de Comércio Exterior; Miguel Ángel Estribrí, secretário-geral do Conselho de Competitividade e da Secretaria de Competitividade e Logística; Gustavo Him, administrador-geral da Autoridade de Turismo do Panamá; Lic. José Gómez, diretor da Autoridade Nacional de Aduanas; Dirk Janssen, embaixador do Reino dos Países Baixos; Juany Guzmán, embaixadora da Costa Rica, e convidados de empresas internacionais como, Luis Miguel Peregrín, representante da Plataforma público-privada Agritech Murcia, Espanha, e Sergio Roldán, diretor de Sistemas Agro APP SA de CV, México. Também participaram membros do Centro de Competitividade da Região de Azuero, CECOM-RA, do Centro de Competitividade de Colón, CECOM-CO, da Zona Livre de Colón, da Associação de Usuários da Zona Livre de Colón, da Câmara de Comércio de Colón, das Câmaras de Turismo de Colón, Chiriquí e Bocas del Toro, representantes da Comarca Gnäbe Buglé, além de investidores de empresas locais e multinacionais.

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