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22 de novembro de 2018Impulsionarão o Cluster Mineiro do Sul do Peru
2img - Impulsionarão o Cluster Mineiro do Sul do Peru
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CAF -banco de desenvolvimento da América Latina- assinou um acordo com a Câmara de Comércio e Indústria de Arequipa para promover a sustentabilidade desse conglomerado, impulsionar a competitividade na zona sul do país e fazer dela um motor de desenvolvimento produtivo para o Peru.

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CAF -banco de desenvolvimento da América Latina- e a Câmara de Comércio e Indústria de Arequipa (CCIA) assinaram um acordo de cooperação técnica com o fim de desenvolver o Cluster Mineiro do Sul do Peru (CMSP), por meio de ações específicas e da implementação de linhas estratégicas para sua consolidação e sustentabilidade.

Na presença do presidente da República, Martín Vizcarra Cornejo, o acordo foi assinado entre o presidente-executivo do CAF, Luis Carranza Ugarte, e o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Arequipa (CCIA), Aldo Aranzaens Yukimura.

O presidente Martin Vizcarra destacou a assinatura desse acordo e indicou que seu sucesso depende da sinergia e da articulação de ações por parte do setor privado, das universidades e dos três níveis de governo: nacional, regional e local.

“Depende de todos que esta iniciativa seja bem-sucedida e que possamos tirar o proveito que esperamos. Da nossa parte, existe o compromisso de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para apoiar esse objetivo grande; é um megaempreendimento para o que pode significar. Se for bem-sucedido, será um projeto no qual todos ganharão, especialmente a população com a geração de muitos empregos”, destacou.

O presidente-executivo do CAF, Luis Carranza Ugarte, afirmou que o projeto procura estabelecer as bases institucionais e operacionais que gerem os incentivos necessários para todos os participantes desse conglomerado, a fim de assegurar sua participação e seu compromisso no longo prazo. Também terá a participação consensual e o trabalho colaborativo de diversos atores dos setores público e privado, necessários para o desenvolvimento do Cluster Mineiro do Sul do Peru.

“Com essa iniciativa, espera-se aumentar os níveis de produtividade e competitividade das pequenas, médias e grandes mineradoras do sul do Peru. Também espera-se gerar um ecossistema de inovação e empreendimento que potencialize o investimento privado em pesquisa e desenvolvimento. Assim, o cluster contribuirá para posicionar a mineração como um motor de desenvolvimento produtivo e de prosperidade para o Peru”, disse Carranza Ugarte.

Por sua vez, o presidente da CCIA, Aldo Aranzaens Yukimura, enfatizou a proposta de um programa de inovação aberta para que as empresas mineradoras se envolvam ativamente nesse trabalho. Os objetivos desse programa incluem desenvolver maiores capacidades tecnológicas e de exportação para os fornecedores mineiros - METS (Mining, Equipment, Technology and Services) e, paralelamente, resolver os grandes desafios operacionais do setor.

“Este programa envolverá as empresas mineradoras mais representativas da área e incentivará relações de colaboração com outros atores importantes do ecossistema, como universidades, METS, agremiações, governos regionais e locais, entre outros. Essa etapa abarcará o lançamento do programa, a criação da primeira carteira de desafios operacionais e a convocação e apresentação dessa carteira de projetos”, afirmou.

O projeto tem três grandes componentes: o desenvolvimento da institucionalidade e governança do modelo de cluster de mineração, a geração de atividades concretas de curto prazo que permitam que as mineradoras e os fornecedores de bens e serviços trabalhem na solução de necessidades imediatas do setor, e o desenvolvimento de uma base de conhecimento do ecossistema de mineração na região sul do país para identificar oportunidades de melhoria em termos normativos.

Por outro lado, visando complementar as atividades do projeto e conseguir criar relações de longo prazo com referências do setor mineiro internacional, serão realizadas duas missões nas quais os METS poderão participar de oficinas e visitas a empresas e centros de P&D em ecossistemas mais desenvolvidos como o australiano ou o chileno, e gerar novas capacidades e redes de contato.

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